AVALIAÇÃO DE IDEIAS: como e quem deve decidir entre tantas e tão maravilhosas?

RESUMO: avaliar e escolher ideias para inovação é sempre um momento de incerteza aguda para os envolvidos nesse processo – gestores, autores, investidores, diretores, etc…. uma vez que se valem de “métodos subjetivos – eu acho / tu achas / ele acha”, cujo resultado é um altíssimo e desestimulante índice de fracassos completos ou ROI abaixo do esperado. O artigo “fotografa” o estado da arte atual, expondo quem e como se decide nas corporações, gerando o moto-contínuo do fracasso da inovação devido à falta de metodologia que ofereça alguma certeza com baixo risco. O texto ainda oferece um resumo sucinto das metodologias disponíveis, expondo o ponto frágil comum a elas. Como solução para o problema mapeado, o artigo oferece alternativa para que o gestor e equipe sejam os responsáveis pela inovação, capacitados, certificados e sustentados pelos métodos lógicos – matemáticos inquestionáveis, que produzem inovações com certeza e baixo risco.

1- O ESTADO DA ARTE.

As empresas produzem ideias e lançam às dezenas, todos os anos. O resultado é um rumoroso problema. A inovação é o pior e maior problema das administrações atualmente. Motivos não faltam:

– No mundo corporativo mais de 70% dos lançamentos fracassam e entre as que conseguem resistir, nem sempre faturam o suficiente para cobrir o investimento.

– No mundo das startups o índice de rejeição chega a 97% e subindo. Com a quantidade de startups e respectivos apoios surgindo, deve chegar a 99,9% em breve.

– No planeta das APP’s o índice de aproveitamento dos lançamentos diários é “traço” entre os 5.0 a 6.0 milhões disponíveis nas respectivas “Play Store” da Apple, Google, Microsoft e outras.

– Na terra dos capitalistas de risco, dos sistemas de financiamento com verbas oficiais e dos bancos de fomento sabe-se que os resultados não são melhores – nem poderiam, que os índices acima descritos.  Isto é, os sistemas de financiamento, venture capitalistas e similares também perdem muito capital com apostas e esperanças em ideias que jamais vingarão.

O fato real é que as empresas buscam mais que esperanças, apostas e ideias para inovação. Elas precisam encontrar criações e concepções que sejam desejadas pelos usuários, como um privilegiado caminho para perpetuação da corporação.

 

Fig. 1. Frase publicitária da Liberty Seguros expõe o desejo de perpetuação das corporações.

 

2- O CERNE DE PROBLEMA.

Conseguir ideias não é difícil. Elas são ofertadas às centenas, aos milhares continuamente. Não param de jorrar o tempo todo, oriundas de todos os lados. Há ideias de todos os tipos, para todos os gostos. Tipicamente, são avaliadas (equivocadamente) por adjetivos como ótima, fantástica, maravilhosa, boa ideia, surpreendente e assim por diante.

As ideias com esses adjetivos dão entrada nos processos de inovação, os métodos escolhidos pelas corporações para inovar. Existem muitos – veja abaixo no item 6.

O problema é que os gestores e equipes de inovação não possuem capacitação / certificação para escolher e separar as jóias das bijuterias, dado que todas brilham igualmente. Mas não por culpa deles. Acontece que as capacitações / certificações oferecidas baseiam-se em métodos subjetivos – eu acho, tu achas, ele acha – que garantem incerteza e o alto risco dos resultados dos processos.

 

Fig. 2. Método Subjetivo: eu acho, tu achas, ele acha. Cada um segue sua direção. A convergência fica muito difícil quando cada um tem seu próprio modo de achar… Só há convergência quando os números, que são iguais para todos, dominam a cena.

 

 

No âmbito do subjetivo, cada ideia tem um valor que depende do autor – avalista. No âmbito do objetivo, cada ideia tem o mesmo valor para todos, independentemente do autor – analista. 

Com essas metodologias os gestores de inovação não conseguem garantir se a ideia será ou não sucesso uma vez que os processos praticados mantêm/ conservam as divergências e dúvidas quanto aos resultados, até o fim.

Dito de outra forma: O cerne do problema é a falta de capacitação de profissionais para fazer a mineração das ideias baseados em certezas lógicas – matemáticas, irrefutáveis, comum a todos, com baixo risco. As consequências desse problema são inúmeras.

Fig. 3. – Selo típico atribuído à inovação pelas metodologias mais praticadas pelos gestores de inovação.

 

3- CONSEQUÊNCIAS DE METODOLOGIAS INSANAS: INCERTEZA ELEVADA AO ALTO RISCO. 

Metodologías subjetivas que se caracterizan por incerteza com alto risco eram dominantes na medicina, nos sistemas de garantia da qualidade, em receitas de alimentos e em Wall Street. Felizmente, essas metodologias foram substituídas pelo método objetivo, pelos números nos últimos 70 anos. Agora, é a vez da inovação entrar nesse novo mundo.

As consequências das metodologias subjetivas – eu acho, tu achas, ele acha – são inúmeras:

– Perdas de bilhões de dólares por ano.

– Perdas de motivação de profissionais altamente criativos que se dedicam e fracassam, os quais precisam ser reorientados para acelerar o sucesso de suas ideias.

– Criação de ilusões pelos investidores de capital de risco que trocaram o valor das ideias pelo valor das equipes, achando que equipes fazem milagres. Não fazem! Quem faz milagre são as ideias há 3.3 milhões de anos.

– Tratar a inovação, equivocadamente, como uma “ciência” insegura, imprevisível, aleatória, errática, randômica, por sorte. O problema não é a inovação. É a metodologia!

– Atestado de insanidade coletivo: valorização de falhas. Inicialmente eram apenas em softwares. Mas agora, cometer falhas em qualquer área é valorizado. É a invenção do moto-contínuo do fracasso.

– Incompreensão de “para quem” é feita a inovação. Grande parte das corporações não compreendem que inovações se destinam a usuários, uma vez que são eles quem, desde sempre, decidem o que usar para alcançar seus objetivos.

– Destruição de corporações que poderiam ser evitadas se lhes fosse dado os métodos lógicos – matemáticos de preferências do usuário (Kodak, Olivetti, …) por inovações.

– E mais outros itens, piores e mais contundentes que estes….

4- COMO SÃO FEITAS AS ESCOLHAS.

Fig. 4 – Cubo para escolher ideias…

Tipicamente, as empresas utilizam processos de inovação que envolvem mais ou menos as seguintes fases, não necessariamente na sequencia abaixo apresentada.

Identificação do problema /oportunidade, geração de ideias, separação das melhores para percorrer o pipeline, enxugamento e composição com outras ideias, preparações e reformulações, protótipo – MVP e consulta a clientes.

Durante todo esse processamento as decisões para prosseguir, descartar, reordenar ou mudar a sequência do processo são selecionadas pelo método subjetivo: eu acho / tu achas / ele acha.

Finalmente, depois de um a três anos de pipeline chega-se a três ou quatro ideias consideradas ótimas, fantásticas, maravilhosas, sem precedentes e outros adjetivos ilusórios e então leva-se a especialistas, mentores, consultores, práticos e outros palpiteiros que “também” avaliam as ideias baseadas no mesmo método subjetivo, divergente, onde cada um acha o que lhe apetece 

Nota explicativa: é preciso compreender que não são as corporações quem deve adjetivar as ideias. São os usuários! As corporações podem pensar o que quiserem, mas devem ter em mente que quem elege as inovações que vai usar são os usuários. As corporações que não compreendem esse detalhe, ficam com as perdas em inovações.

Certamente, mentores, analistas e outros colaboradores têm intenção séria e honesta de ajudar o inovador. Ninguém duvida. Eu, pelo menos, não duvido do desejo que esses profissionais têm de ajudar o inovador. Mas, a realidade é que eles não têm metodologia que lhes dê sustentação em suas orientações. Todos trabalham no mais puro achismo pessoal. O resultado você conhece.

Ditado popular: De boas intenções o inferno está cheio. Agora podemos completar o ditado popular: de boas intenções o inferno está cheio acompanhado de ideias maravilhosas, fantásticas, únicas ótimas e adjetivos similares.

Para ser mais contundente, quero dizer que praticamente todos os métodos disponíveis, praticados pelos envolvidos em ideias para inovação são baseados em subjetividade para selecionar ideias que nos conduzem a incerteza alto risco, cujas escolhas e decisões, embora de extrema importância, são realizadas no modo achismo: “eu acho, tu achas, ele acha”.

Não se assuste: embora isso pareça novo e absurdo, não é. Até a década de 50 a medicina também se baseava no método subjetivo, o achismo. Resultado: morríamos feito moscas. Com a inserção dos números nos exames clínicos, passamos a viver até 80 anos atualmente e subindo. Até agora, as inovações também morrem feito moscas porque estamos usando o mesmo método subjetivo. Vamos mudar para o método logico – matemático – numérico?

4.1 – COMO AS DIRETORIAS ESCOLHEM IDEIAS PARA INVESTIR. 

O Homem gosta de opiniões às quais está acostumado desde a juventude. Isso o impede de encontrar a verdade, pois acaba agarrado ao hábito. Moses Maimonides, Filósofo egípcio.

Depois de passar por todas as fases do processo escolhido, as ideias que serão transformadas em inovação devem ser aprovadas pelas respectivas diretorias. Para essa reunião de decisão de ideias, convocam-se diversos diretores e gerentes do comercial, produção, marketing, logística, financeiro e impostos, comunicação, RH e outros. É a reunião que denominamos “reunião dos achismos”.

Repare que nessas reuniões a expressão mais ouvida é “eu acho”. E é pertinente, é natural que assim seja uma vez que os profissionais ali presentes, embora sejam excelentes em suas respectivas áreas, conhecem inovação porque leram na revista A, no jornal B, ou no site C ou tiveram um workshop sob esse conceito há alguns anos…Isto é, não são estudiosos nem especialistas no tema, mas tem que escolher….

Dado que as metodologias mantêm os gestores de inovação dentro da caixa da incerteza – alto risco com seus achismos, que podemos dizer dos diretores que têm pouco ou nenhum contato com esse tema?

Nada! 

Assim, essas reuniões de escolha e decisão de ideias para inovação são realizadas por dois motivos:

– Porque os gestores de inovação não têm nenhuma metodologia que lhes dê sustentação lógica matemática, prova evidente para garantir com plena certeza e baixo risco, que entre as ideias disponíveis, a ideia A tem maior potencial de sucesso que as outras. Nesse cenário de incerteza, evidentemente resta ao gestor dividir a responsabilidade dos riscos com outros para melhor conforto – pessoal, emocional, profissional, …

– Porque os diretores querem saber e decidir qual será a nova produção da corporação. Se está em acordo com a estratégia e os destinos traçados…

E dado que o tema se caracteriza pela dúvida coletiva, então todos podem palpitar sem ser responsabilizado individualmente pelos resultados. É evidente que todos querem optar pela ideia que será sucesso. Mas com o método subjetivo em cartaz, dominando a cena, não é possível garantir que o resultado da inovação será sucesso, nem se houver consenso coletivo entre todos os participantes por uma mesma ideia.

Lembre-se: a característica dos métodos subjetivos, ao qual as ideias para inovação são submetidas é a incerteza – alto risco onde quer que ele seja aplicado. A característica é do método e não da inovação em si.

5- ESTÁ CRIADO O MOTO-CONTÍNUO DO FRACASSO. 

A inovação de produtos não é responsabilidade de todos. É responsabilidade da gerência (de inovação). O fracasso da administração em reconhecer e assumir essa responsabilidade contribuiu enormemente para as fracas taxas de sucesso de inovação com as quais as empresas lutam hoje. É compreensível: ninguém quer ser responsável por um processo que parece ser aleatório e imprevisível. Mas, ao delegar a responsabilidade pela inovação a “todos”, a administração está contribuindo para sua natureza aparentemente imprevisível. Tony Ulwick.

Pronto!

Temos aqui um moto-contínuo para manter o fracasso da inovação.

  1. Se ninguém é responsável, ninguém será culpado;
  2. Se todos podem errar sem se preocupar com as consequências, que serão diluídas;
  3. Se até a falha é bem aceita;
  4. Se o acerto ou erro é atribuído ao coletivo…
  5. Então encontramos um moto-continuo para malograr…

Embora haja empenho, esforço pessoal, dedicação de muitos, ocupação de neurônios, o fato é que é o coletivo quem escolhe e decide: eu acho, tu achas, ele acha. Bom, nada mal não é mesmo! Já que não encontramos o moto-contínuo do sucesso, então que seja do fracasso…

Em tempo: estou descrevendo o atual estado da arte. As coisas estão mais ou menos assim e tenho certeza que ninguém quer continuar nesse estado de coisas. Eu mesmo, por não aceitar esse estado, desenvolvi o método lógico – matemático. Vou falar dele a frente na tentativa de tirar você desse estado atual de coisas. Ou pelo menos levá-lo a reflexão de que não é possível ir muito longe nesse modo de pensamento. 

6- AS METODOLOGIAS PARA PROCESSAR AS IDEIAS PARA INOVAÇÃO.

Através das metodologias utilizadas para processar as ideias em direção a inovação, vamos compreender melhor como chegamos a este estado da arte. Embora praticamente todas as metodologias “dizem que estão centradas no cliente”, nenhuma delas descreve, propõe, orienta o que deve ser considerado ao se centrar no cliente. Por isso, orientamos:

  • Não é foco no cliente. É foco do cliente!
  • Não é cara a cara com o cliente. É ombro a ombro com o cliente!
  • Não é “menos é mais”, do mesmo. É “nada é tudo”!
  • É a (r) evolução da inovação!

TABELA DE METODOLOGIAS MAIS CONHECIDAS.

Tabela 1: Metodologias para inovação mais conhecidas.

Essas 10 metodologias são as mais conhecidas, mencionadas com maior frequência. Mas não são as únicas. Podemos adicionar as metodologías denominadas DevOps, Matrix, Foursight, Hooked, Zynga, Raving Fans, The Golden Circle, Free Innovation, Imaginatik – NPS. Há outros estudos que inspiram os inovadores como o Canvas, Cisne Negro, Antifrágil, REZAK. Há também o único método lógico matemático focado em solução de problemas tecnológicos, o TRIZ, desenvolvido pelo engenheiro russo Genrich Altshuller.

E não acaba aqui, embora eu pare aqui…

O aspecto comum é a característica de incerteza que gera alto risco -“incerteza alto risco“. Nenhuma metodologia permite afirmar, a priori, se o usuário aceitará ou não, a inovação.

As metodologias das linhas 04 e 05 oferecem alguma certeza uma vez que são produzidas sob encomenda, tal qual vestido de noiva, onde cada um é um, impedindo a sistematização. Essas metodologias podem ser compreendidas como “menos do mesmo”, uma vez que enxugam, emagrecem, economizam os produtos, serviços, processos onde são aplicadas, do mesmo. Um exemplo bem conhecido é o remédio para diminuir os níveis de colesterol no organismo, Atorvastatina, que encurtou a rota de produção e eliminou alguns componentes tóxicos, mas manteve a função, do mesmo jeito.

Essas duas metodologias não avançam além desse ponto, isto é, trabalham para satisfazer “exclusivamente” as necessidades identificadas até aqui, do contratante. Esse aspecto é muito importante porque a percepção humana tem muita dificuldade de prever uma dificuldade.

Só depois de algum tempo de uso, a falha fica evidente para o usuário. Mas, aí, ….

7- A SOLUÇÃO LÓGICO – MATEMÁTICA.  

  • – Os números parecem encantar as pessoas de negócios de maneiras profundas e misteriosas. Em um mundo caótico, uma planilha exala familiaridade, uma avaliação firme oferece conforto, uma declaração de renda serve como âncora. – É quase como se as construções numéricas fossem de alguma forma menos maleáveis do que a língua inglesa, menos sujeitas a manipulação.
  • – Para alguns, os números transmitem uma certeza e precisão indisponíveis à mera retórica. Steve Jobs. 

Agora temos o problema mapeado. Os gestores de inovação com suas equipes, que deveriam ser os responsáveis pelos novos produtos e serviços da corporação, não tem capacitação / certificação para tanto, uma vez que as metodologias em que se baseiam são subjetivas e não há como haver certeza e baixo risco com elas. Nesse cenário, as diretorias são convocadas para compartilhar as responsabilidades de decidir entre tantas e tão maravilhosas ideias, mas como estão no mesmo barco da subjetividade, as responsabilidades ficam diluídas por todos e por ninguém. Cria-se o moto-contínuo do fracasso da inovação. Só com sorte as corporações obtêm bons resultados.

Visto dessa forma, a solução fica evidente.

A solução é capacitar e certificar os gestores com suas equipes de inovação para assumirem as responsabilidades sobre todo o processo e sobre os resultados da inovação, sustentados por um método que lhes dê garantias lógico matemáticas, inquestionáveis.

Tal qual aconteceu anteriormente nas quatro disciplinas (medicina, qualidade, receitas e bolsa de valores – veja artigos anteriores onde essa mudança foi explicada) que trocaram os métodos subjetivos pelos objetivos com resultados benéficos e reconhecidos por todos que acompanharam a mudança.

Atualmente, só há um método que tem essas características aplicáveis a inovação de produtos, serviços, processos, pesquisas, ciência e tecnologia: a T.I.A.®© – Teoria das Ideias Autocomparadas®©, composta por:

7.1 – Elucidação como e porque®© certas ideias dão certo, são desejadas e outras, nem tanto…

7.2 – A formulação matemática®© que nos permite quantificar ideias. Tratado pelos alunos como o Nó Górdio da Inovação.

7.3 – A seta®© que funciona como uma bussola nos conduzindo para o porto seguro das ideias, 0.00 iur matematicamente, onde o usuário aguarda e deseja as inovações que lá chegarem. Só há hub para as três primeiras… A “seta” também é compreendida como “a bala de prata” que é dita impossível no âmbito da inovação, e não é verdade.

7.4 – A Balança da Inovação®©, o primeiro instrumento de avaliação de ideias, tratado pelos alunos como Ovo de Colombo. Revela-se que a inovação é uma “regra de três composta”, isto é, há três elementos inseparáveis que se influenciam mutuamente, uns pelos outros, instantaneamente.

Esses e outros 40 itens são avaliados “sempre do ponto de vista do usuário®©”, aquele que desde sempre decide o que vai usar para alcançar os resultados que deseja e é o elo comum a todas as inovações, diretas ou indiretas, motivo pelo qual devemos utilizá-lo como referência às ideias destinadas a inovação.

Assim, o gestor e equipe saberá, a priorise e por que uma ideia será ou não sucesso. E então tudo vai mudar para os inovadores que passarão a ter certeza matemática do potencial de suas ideias.

Para conhecer o método, acesse o livro, disponível exclusivamente via eletrônica no site da Amazon.

 A BALANÇA DA INOVAÇÃO: COMO MEDIR, DESENVOLVER E RECONHECER IDEIAS QUE SERÃO SUCESSO.

Acesse aqui

 

 

 

 

 

 

 

 

Obrigado pela atenção.

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Se você não gostou, envie para seus inimigos. Quem sabe vocês se tornem amigos?!

 Rui Santo.

E-mail: iursanto@gmail.com

www.galaxiacriativa.com.br > criatividade, inovação e futuro, em português

www.balanceofinnovation.com > inovação, em inglês.

LEIA TAMBÉM:

– A MEDICINA PERDE SEU BENEFÍCIO EXCLUSIVO EM INOVAÇÃO, AGORA DISPONÍVEL PARA TODOS OS INOVADORES.

A natureza ensinou a medicina a inovar. Agora, esse conhecimento foi matematizado e está disponível para todos os inovadores. Acesse aqui. 

– A BALANÇA DA INOVAÇÃO – PORQUE TRÊS PRATOS? 

A inovação funciona como uma regra de três composta. Tipicamente o inovador esquece ou desconhece o terceiro prato, o mais importante e dominante há 3.3 milhões de anos: a economia de esforços do usuário. Resultado: sem compreender as oscilações e influências mútuas dos três pratos, só por sorte (3%) mesmo sua ideia vai dar certo!!! Acesse aqui.

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Rui Santo

 

Corporate Advisor / MBA Teacher / Consultant for Creativity, Innovation and Future Studies (Foresight).

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About Rui Santo

Especialista em criatividade, inovação e visão de futuro. Autor de diversas ferramentas para liberar sua capacidade criativa. Autor da T.I.A. - Teoria das Ideias Autocomparadas. Autor de formulação matemática que permite a medição de ideias. Autor da Balança da Inovação: uma balança com três pratos que compara os três elementos inseparáveis da inovação. Auto do livro: A Balança da Inovação.

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