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Corporações unem-se a startups – Quanto vale uma ideia?

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Ensaio
aborda as relações entre startups, corporações e capitalistas de riscos e como
as incertezas ampliam os riscos e travam a continuidade dos projetos de
inovação resultando em um novo tsunami de ilusões que os envolvidos devem
conhecer para evitar.

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< https://lnkd.in/dYh3b27 >

CORPORAÇÕES UNEM-SE A STARTUPS: A nova onda na administração – mais um tsunami de ilusões.

em by Rui Santo em Artigos | Deixe um comentário  

Resumo:

Neste artigo, longo, mas esclarecedor, abordamos as características dos três entes que participam da nova onda: corporações x startups x investidores de risco. Essa nova onda vai produzir mais um tsunami de ilusões, uma vez que os problemas centrais estão rigorosamente mantidas, tanto quanto estiveram nas ondas anteriores (Open Innovation, Lean Startup, Design Thinking, …), as quais deveriam resolver os problemas da inovação, mas não o fizeram. Isto é, todas essas práticas estão submetidas ao método subjetivo – eu acho, tu achas, ele acha –  gerador de divergências que acarreta incertezas, elevam os riscos e acabam por travar a continuidade dos projetos pelas dúvidas e temores dominantes. O artigo apresenta as características dos três entes explicando os meios que utilizam, os quais produzem ilusões dado que não podem garantir o que afirmam. Por fim, o artigo contrapõe a T.I.A.®©, o único método objetivo, sustentado pela lógica – matemática, que mede ideias através do consumo de esforços do usuário para manuseá-la, válido para qualquer inovação em qualquer parte do mundo, obtendo-se valores numéricos independente de opiniões, consultas aos consumidores e especialistas, que embora sinceras não têm metodologia para apoiar seus conselhos.

Precisamos produzir ideias disruptivas no cerne da inovação.
Precisamos de uma (r)evolução nas mentes inovadoras.
Do jeito que vamos, morreremos antes de chegar à praia porque nem sabemos se há uma...


O tsunami de ilusões está garantido porque os riscos e incertezas
não foram eliminados na união startups x corporações.

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Destruição Criativa: Direção é mais Importante que Agilidade.

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A Destruição Criativa tem um “sentido de direção – único, milenar e irreversível” que nos permite prever o futuro da inovação, matematicamente. Exemplos reais – Kodak, Nokia, BlockBuster, …

 

Resumo: neste artigo abordamos porque a direção é incomparavelmente mais importante que a agilidade na inovação. Ao saber que estamos na direção certa (existe uma única mantida milenarmente) devemos agilizar a inovação. Mas quando não temos a direção a seguir, surge a incerteza e o alto risco passa a dominar. Apresentamos três casos conhecidos que, embora seus gestores conhecessem o produto substituto no futuro imediato, isto é, a direção a seguir, não tinham metodologia que lhes desse certeza. Agora a metodologia está disponível e mostra que o futuro imediato e o porto final para onde as ideias se dirigem é matemático, é comum a todos e é conhecido a priori. O artigo ainda oferece uma variedade de percepções úteis para o gestor inovador refletir sobre suas ideias e inovações.

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AVALIAÇÃO DE IDEIAS: como e quem deve decidir entre tantas e tão maravilhosas?

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RESUMO: avaliar e escolher ideias para inovação é sempre um momento de incerteza aguda para os envolvidos nesse processo – gestores, autores, investidores, diretores, etc…. uma vez que se valem de “métodos subjetivos – eu acho / tu achas / ele acha”, cujo resultado é um altíssimo e desestimulante índice de fracassos completos ou ROI abaixo do esperado. O artigo “fotografa” o estado da arte atual, expondo quem e como se decide nas corporações, gerando o moto-contínuo do fracasso da inovação devido à falta de metodologia que ofereça alguma certeza com baixo risco. O texto ainda oferece um resumo sucinto das metodologias disponíveis, expondo o ponto frágil comum a elas. Como solução para o problema mapeado, o artigo oferece alternativa para que o gestor e equipe sejam os responsáveis pela inovação, capacitados, certificados e sustentados pelos métodos lógicos – matemáticos inquestionáveis, que produzem inovações com certeza e baixo risco.

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A medicina perde seu benefício exclusivo em inovação, agora disponível para todos os inovadores.  

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A natureza ensinou a medicina a inovar.

Agora, esse conhecimento foi matematizado e está disponível para todos os inovadores.

 

Resumo: O artigo mostra que a medicina tem um privilégio dianteiro, dominante e útil em inovação sobre todos os outros inovadores. A medicina sempre soube qual era o porto seguro para onde deveria navegar – a cura das doenças. Embora não seja uma ciência exata, na década de 50 -60 a medicina inseriu exames médicos dos quais extrai números. O resultado foi tão fantástico que a lógica – matemática dos números se tornou “a bússola que conduz à cura”, isto é, os números obtidos nas pesquisas e testes indicam aproximação ou afastamento da cura (0.00 iur). Agora, esses mesmos benefícios, a bússola (percurso entre 1,00 iur e 0,00 iur) e o porto seguro (0.00 iur), foram matematizados e estão disponíveis para os demais inovadores / investidores / gestores de inovação de qualquer área.

 

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Modelos de gestão da inovação que explicam os resultados dos negócios, bons e maus.

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Descubra qual deles sua corporação prática e compreenda os resultados que tem tido.

 

Resumo: se você não tem (ou tem) tido bons resultados em suas inovações ou se são piores (ou melhores) e mais difíceis do que você imaginava inicialmente, este artigo pode ajudar a identificar os motivos de tais resultados. Apresenta-se quatro níveis subjetivos de entendimento do que venha a ser inovação, três dos quais são tão equivocados que quase garantem o alto índice de maus resultados de ideias a serem transformadas em negócios. Resta o quarto nível, que embora não seja ótimo, nem seja possível sistematizá-lo e tenha muitos problemas, pelo menos está no campo apropriado do que é inovação, isto é, preocupa-se fundamentalmente em atender os usuário, justificando o sucesso que as corporações que o adotam tem tido. Finalizando, oferecemos o + 01, o modelo /nível de entendimento da inovação, o método objetivo, logico – matemático único que permite sistematizar a satisfação do cliente, isto é, saber a priori, se e porque, qual ideia será aceita e qual será rejeitada pelo usuário, minimizando riscos e eliminando incertezas que, de fato, não pertencem a inovação.

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A BALANÇA DA INOVAÇÃO – PORQUE TRÊS PRATOS?  

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Resumo: o artigo explica a Balança da Inovação©®, o primeiro instrumento para avaliar ideias, composto de três pratos que representam os três elementos fundamentais da inovação, facilmente distinguíveis que podem assim serem descritos: Prato 1- esforços requeridos pela inovação do organismos físico – biológico do usuário para manuseá-la; Prato 2- benefícios contidos nos valores humanos oferecidos pela inovação ao usuário; Prato 3- preços pagos pelo usuário como resultante dos itens anteriores. Esses três pratos interdependentes, influenciam e são influenciados mutuamente, online e instantaneamente. Por ser muito difícil de compreender a “influência de cada prato sobre os outros dois”, criamos a Balança da Inovação©® onde essa dinâmica é visualmente verificada e testada.

 

O primeiro prato avalia os esforços requeridos / consumidos pelo organismo biofísico do usuário ao manusear qualquer inovação, composto por energias, tempo e movimentos, que é comparado automaticamente com os outros dois pratos – benefícios e preços. A balança comprova que qualquer alteração em um, influi imediatamente nos outros dois.

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INOVAR OU MORRER VERSUS INOVAR É MORRER: UM BECO COM SAÍDA.

em by Rui Santo em Artigos | 1 Comentário

 

 

INOVAR OU MORRER VERSUS INOVAR É MORRER.

UM BECO COM SAÍDA.

 

 

RESUMO: o artigo mostra que os riscos e incertezas de ideias para inovação estão crescendo tão aceleradamente quanto a própria produção de inovação, de tal modo que apenas 3% de startups e menos de 30% em inovações corporativas justificam-se através do sucesso. Por outro lado, somos instigados a inovar porque “se não inovar morre”, mas precisamos estar cientes que “se inovar morre também”. Assim, parece que estamos em um beco sem saída. Neste artigo apre-sentamos “a saída” para esse dilema, que além de elucidar a questão oferece o método lógico – matemático que é incomparavelmente mais simples e seguro que todos os métodos conhecidos atualmente.

Dilema do Inovador: De que lado você quer morrer? Decida!

– SE NÃO INOVAR, MORRE!
– Mas se inovar, morre também!
– Então é melhor não inovar!
– NÃO! É MELHOR INOVAR.
– Mas se inovar ou não inovar, morre, então para que inovar.
PORQUE HÁ UMA SAÍDA PARA QUEM INOVA!!!

Pois é, vamos conversar?

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Novos meios de se proteger contra os riscos das inovações

em by Rui Santo em Artigos | 1 Comentário

Resumo:

Este artigo é continuação do título “novos tipos de inovação anunciam tsunamis nas corporações”. Desta vez abordamos os riscos da inovação, o Hedge da Inovação e sugerimos algumas maneiras de se proteger dos tsunamis de inovação.

 

No artigo anterior apresentamos três tipos de ideias para inovação que estão surgindo no horizonte com um potencial de destruição tal qual um tsunami de primeira grandeza.

São três tipos que devem ser tratadas como “inovações na inovação”. Leia Mais

Soluções ou Benefícios? Quais benefícios descartam soluções de problemas?

em by Rui Santo em Artigos | Deixe um comentário  

Resumo:

O artigo mostra a sutileza que diferencia e separa soluções de benefícios. Enquanto soluções contêm novos e criativos problemas escondidos, benefícios entregam valores extraordinários, insuperáveis e impensáveis. Descartamos soluções tão logo encontramos benefícios.

 

 

Tipicamente as empresas, especialmente as de informática, têm o hábito de oferecer “soluções aos clientes”. No entanto, nenhum de nós quer soluções, embora aceite-as quando não há alternativa. Todos nós queremos benefícios.

Explico melhor:

Soluções são concepções (saídas / alternativas / estratagemas) que resolvem problemas desde que o usuário realize algumas ações, incluindo  manutenções periódicas para conservar o estado inicial. Além disso, soluções de problemas escondem novos e criativos problemas, nem sempre identificados facilmente, que no futuro precisarão de novas soluções, num movimento circular e repetitivo, tipo mais do mesmo.

Benefícios são concepções que dispensam qualquer ação do usuário para manter “ad æternum”, os resultados iniciais. Devido sua simplicidade extrema, dificilmente causam novos problemas.

 

Exemplos: Leia Mais